com as luzes apagadas eles conversavam até ela cair no sono, ele gostava das caras quer ela fazia quando dormia e estava sonhando. se perdia em pensamentos e esquecia de dormir, mas o prazer que tinha em observá-la era suficiente para lhe deixar tranqüilo e relaxado, como qualquer noite de sono. por vezes ele ficou olhando, sem tocar, várias noites seguidas. um dia, a ousadia lhe tomou conta dos sentidos e ele não pôde deixar de agir, tocar de leve a pele dela. as coxas aveludadas, com poucos pêlos, mas suficientes para deixarem uma textura macia. sem exitar, tocou seu sexo quente. ele a masturbou por muito tempo, movimentos leves, por vezes até suaves e ritmados, outras vezes mais fortes, coisa de homem afoito. ele a masturbava, com vontade. e ela, por puro egoísmo, mesmo depois de já ter acordado, ficou quieta, imóvel, deixando que ele fizesse todo o trabalho, e sentia mais prazer ainda em saber que com a outra mão ele também se masturbava, sentiu isso pelos movimentos e pela respiração dele. fingiu que nada acontecia e continuou a dormir. acordou no dia seguinte com a mão dele ainda em seu sexo, presa pela calcinha e pelos lençóis como prova do prazer noturno.